Salário
Maternidade

Especialistas nisso há mais de 12 anos, em Curitiba.

Este é um serviço para mães que já contribuíram para a Previdência em algum momento — carteira assinada, MEI ou autônoma — e para grávidas que querem começar agora. Fora esses dois casos, a gente não consegue ajudar.

Você já teve o bebê ou está grávida?

Em resumo

O que é
Benefício da Previdência pago à mãe por ocasião do nascimento, da adoção ou da perda gestacional a partir do sexto mês.
Quem costuma receber
Mães que contribuíram para a Previdência em algum momento antes do parto — com carteira assinada, como MEI ou como autônoma.
Prazo
Até 5 anos contados do nascimento. Depois disso o pedido não é mais aceito.
Valor
Quatro parcelas, que costumam somar de R$ 6.484 a mais de R$ 14 mil, conforme o salário de contribuição.

Piso calculado sobre o salário mínimo de 2026 (R$ 1.621). Regras e prazos são os da Previdência Social e podem mudar.

Onde o seu caso se encaixa

Leia a coluna que combina com você antes de mandar mensagem.

Costuma se encaixar

  • Trabalhou de carteira assinada antes de o bebê nascer, mesmo que por pouco tempo
  • Era MEI ou autônoma e pagava a contribuição
  • Saiu do emprego e o bebê nasceu depois — a cobertura costuma continuar por um tempo
  • Pediu a conta ou foi demitida estando grávida
  • O bebê nasceu e a empresa não pagou o benefício
  • Perdeu o bebê depois do sexto mês de gestação

Vale conferir

  • Não lembra se chegou a contribuir em algum emprego antigo
  • Contribuiu há muitos anos e parou
  • Está trabalhando hoje e não sabe se já recebeu na época
  • Já pediu antes e o pedido foi negado
  • Trabalhou sem registro, mas com contrato ou recibo

Não se encaixa

  • Nunca contribuiu para a Previdência em nenhum momento antes do parto
  • O bebê nasceu há mais de 5 anos

Sendo um desses dois, infelizmente não temos como ajudar — e é melhor você saber agora. Entenda o porquê ↓

Já contribuí — quero conferir meu caso

Vai pedir duas datas: quando você saiu do serviço e quando o bebê nasceu.

Gestante em casa, apoiada na bancada da cozinha

Costuma se encaixar

  • Trabalha de carteira assinada agora
  • É MEI ou autônoma e está com a contribuição em dia
  • Saiu do emprego há pouco tempo e ainda está coberta
  • Contribuiu antes de engravidar, mesmo que tenha parado

Vale conferir

  • Contribuiu há bastante tempo e parou
  • Trabalha sem registro em carteira
  • Não sabe se as contribuições do MEI estão em dia
  • Está no começo da gravidez e nunca contribuiu

Fica mais difícil

  • Nunca contribuiu e o bebê nasce nas próximas semanas

Aqui o prazo é curto, mas nem sempre é caso perdido. Vale falar com a equipe hoje, não depois.

Estou grávida — quero falar com a equipe

Vai pedir de quantos meses você está.

Recebeu uma carta dizendo que foi negado?

Esse é o caso que mais chega aqui — e o que mais surpreende.

Carta de indeferimento sobre a mesa da cozinha

Negado nem sempre quer dizer caso encerrado. Na maior parte das vezes o que faltou foi documento, ou o pedido foi montado do jeito errado. A análise não erra de propósito: ela julga o que recebeu.

Existe prazo para pedir revisão, e ele corre em silêncio — ninguém liga para avisar que está acabando.

Se você tem a carta em mãos, a nossa equipe lê e diz com clareza se vale tentar de novo. Sem custo para essa leitura.

Tenho uma carta de negativa

Manda uma foto da carta no WhatsApp que a equipe lê.

Como funciona

Sem juntar papelada e sem pagar nada adiantado.

Linha do tempo com dois marcos: a saída do serviço e o nascimento do bebê
São essas duas datas que decidem o caso: quando a contribuição parou e quando o bebê nasceu.
  1. Passo 1

    Você manda uma mensagem

    Conta em poucas palavras a sua situação. Quem já teve o bebê informa duas datas: quando saiu do serviço e quando o bebê nasceu.

  2. Passo 2

    A equipe analisa de graça

    A gente confere o seu histórico de contribuição e diz com clareza se dá ou não dá para seguir. Se não der, falamos na hora.

  3. Passo 3

    Se der para seguir, cuidamos de tudo

    Montamos o pedido, reunimos os documentos e acompanhamos até o fim. Você não precisa entender de lei nem enfrentar fila.

  4. Passo 4

    Você só paga se o benefício sair

    Nada adiantado. Se não sair, você não paga nada.

Quem somos

Mais de 12 anos cuidando disso, de Curitiba para o Brasil.

Equipe da Previmater no escritório em Curitiba
12+anos de empresa
600+mães que receberam
R$ 5 miem benefícios pagos
Curitibasede própria, time real

A Previmater é uma assessoria previdenciária particular, especializada em um assunto só: salário-maternidade. Não somos órgão público e não trabalhamos para o governo — trabalhamos para você.

As situações que mais chegam aqui

Se você se reconhecer em alguma, é porque não é caso isolado.

“Fui negada, então não tenho direito”

É o motivo número um de quem procura a Previmater. E na maior parte das vezes o que faltou foi documento ou o pedido foi montado do jeito errado — não o direito em si.

“Já passou do prazo”

Muita mãe acredita que valia só nos primeiros meses. O prazo é de até 5 anos contados do nascimento, e ele corre em silêncio: ninguém liga para avisar que está fechando.

“Eu estava desempregada quando ganhei”

Sair do emprego não apaga a cobertura de imediato. Quem já contribuiu costuma seguir protegida por um tempo depois da saída — e é aí que muita gente desiste sem conferir.

Ainda não publicamos depoimentos com nome e foto porque só publicamos com autorização por escrito de cada mãe. Os números acima — 12 anos, mais de 600 benefícios, mais de R$ 5 milhões — são verificáveis pelo CNPJ no rodapé.

Dúvidas que mais chegam

 

Quanto costuma ser o valor?

São quatro parcelas. Na prática elas costumam somar de R$ 6.484 a mais de R$ 14 mil, conforme o salário de contribuição de cada caso. O cálculo exato sai na análise.

Trabalho de carteira assinada agora. Muda alguma coisa?

Não impede. O que pesa é a situação na época em que o bebê nasceu, e se o benefício chegou a ser pago naquele momento. Vale conferir.

E se a empresa já tiver pago o salário-maternidade?

Nesse caso aquele período específico já foi quitado. Mas existem casos de pagamento a menor, ou de outro filho com período ainda em aberto. A conferência é gratuita.

Meu filho já tem 4 anos. Ainda dá tempo?

O prazo é de até 5 anos contados do nascimento. Quanto mais perto do limite, mais urgente é olhar — o prazo corre sozinho e ninguém avisa quando fecha.

Quanto custa a consulta?

A análise do caso é gratuita. Se der para seguir e você decidir contratar, o pagamento só acontece se o benefício sair. Nada adiantado.

Vocês são do governo?

Não. Somos uma assessoria particular, com CNPJ e sede em Curitiba, especializada em salário-maternidade. Trabalhamos para a mãe.

Preciso ir até aí para resolver?

Não. Todo o atendimento acontece pelo WhatsApp, de qualquer lugar do Brasil.

Se o seu caso não se encaixa

Preferimos ser diretos aqui do que tomar o seu tempo depois.

Bebê já nascido e nenhuma contribuição antes do parto

Esse benefício é da Previdência, e a Previdência paga para quem contribuiu. Se não houve nenhuma contribuição em nenhum emprego antes de o bebê nascer, não existe pedido a fazer — nem por nós, nem por ninguém.

Você vai ver anúncio por aí dizendo o contrário. Não é verdade, e mandar mensagem para essas empresas só faz você perder tempo e, às vezes, dinheiro.

O bebê nasceu há mais de 5 anos — aqui o prazo já fechou e não há como reabrir.

Agora, se você está grávida e nunca contribuiu

Esse caso é diferente: ainda dá para se organizar. Quem se filia como contribuinte e cumpre o tempo mínimo antes do parto pode chegar ao benefício — mas depende de quanto tempo falta para o bebê nascer, e cada mês que passa fecha uma porta.

A equipe explica em poucos minutos o que dá para fazer no seu caso, sem custo.

O prazo corre mesmo quando ninguém avisa

Se você já contribuiu e o bebê tem menos de 5 anos, vale falar com a equipe hoje. A análise é gratuita e leva poucos minutos.

Falar com a equipe agora

Consulta gratuita · Você só paga se o benefício sair

Falar no WhatsApp — é grátis